Eu sabia ser forte, eu sabia viver sem precisar de alguém ao meu lado, eu sabia conviver com a solidão facilmente e sabia como trancar meu coração de uma forma que ninguém achasse a combinação certa para abri-lo. Mas aí você apareceu em minha vida, e tornou tudo diferente. Comecei a ver a vida de outra forma, e percebi que antes de te conhecer eu apenas respirava, e hoje? Eu vivo. Vivo por você, sorrio por você, sou feliz por causa de você.
— Suelen Ferreira (via r0ckeira)

  • me: *walks out of room*
  • parents: OMG SHE'S OUT OF HER CAVE HELLO WELCOME COME COME SOCIALIZE YOU NEVER SOCIALIZE DON'T GO LOCK YOURSELF BACK IN YOUR ROOM STAY OUT OF THAT CAVE SPENDING THAT MUCH TIME ON YOUR COMPUTER ISN'T HEALTHY!!!!!!!!!111!!!!!!!!!!!!!1111!!!
  • me: *gets food. goes back in room*

Aaaaaargh! Já chega!

Eu não vou discar uma ambulância, não vou pedir ajuda, porra! Eu tenho dois braços e duas pernas! Vou curar meus males sozinha, caso contrário, mudo até meu nome. Se bem que nem gosto muito dele mesmo, então. Tanto faz. Tanto faz se você quer me ferir com os espinhos das suas palavras! Tanto faz se o Flamengo tá devendo dinheiro para os jogadores, tanto faz se a Grécia tá falida! Nenhum deles reparou em mim em momento algum! Tanto faz se você vai sair do colégio com profissão formada e eu nem sei o que vou fazer da vida! Isso, tanto faz! Pra que toda essa merda se eu nem sei se estarei vivendo amanhã? Pode ser que as flores parem de desabrochar e o céu não queira mais ser azul. Porque a vida é uma tempestade imprevisível. O cara da previsão de tempo às vezes diz que vai fazer sol e acaba fazendo chuva. Ninguém tem certeza de nada. Nem eu. A única certeza que eu tenho é que eu vou me ferrar. Sim, o tempo todo. E que posso morrer lutando pela felicidade, posso não encontrá-la… Mas não vou ficar com título de vascaíno não! Nada de vice, meu destino é o primeiro lugar. Nem que seja no fracasso. Enquanto o dólar muda de valor todos os dias, eu fico aqui no meu mundinho que parece nunca mudar. Mas muda. É que a tonta aqui nem percebe. Tá preocupada demais amando, distraída demais para notar todos os pequenos detalhes na vida. Tic tac. Tic tac. Tic tac. Sabe o relógio? É, esse objeto irritante? Ele não tá nem aí pra mim. Nunca vai pausar um minutinho para eu respirar. Deus não me enviou uma máquina do tempo porque… Eu não mereço. Eu tenho me criticado demais, me magoado demais. Não saberia consertar as coisas, continuaria estragando tudo. Arruinando momentos… Tanto faz. Essa é a palavra chave para seguir em frente. Tanto faz se o Tiririca tá em Brasília, se nem é alfabetizado direito e eu que me mato de estudar não tenho nem um emprego decente. Tanto faz se meu ex-namorado já tá em outra faz tempo e eu continuo encalhada. Tanto faz se o demônio existe (quem é esse?). Tanto faz se a minha dor tá difícil de carregar… Esse vai ser o me lema usado para um monte de coisas. Tanto faz. Estou desativando uma parte de mim que me impede de… De ser eu. Que me atrapalha na hora de sorrir. Estou desligando meus traumas. Estou dando uma faxina na minha vida. Sem utensílios, sem aspirador de pó, sem bosta nenhuma. Só usando a cara e a coragem.
— Essa sou eu, cansada de tudo. Até de mim. Mayne Silva  (via linhasgastas)

- Mãe, qual é o nome daquele remédio que cura um ralado?
- É merthiolate.
- Será que se eu beber um pouco, cura esse ralado no meu coração?
- Se você beber um pouco, você vai pegar um câncer, sua burra.
— (via deploravel)

Todo celular deveria perguntar: ‘Tem certeza absoluta que quer mesmo mandar essa sms?’ antes do envio real. Ou: ‘Aperte 1 se está sóbrio, aperte 2 se está bêbado, aperte 3 se acha que não está bom ainda…
Tati Bernardi (via segredosdeumpoeta)

— Você voltou rápido do banheiro.
— Eu só fui cuspir o chiclete.
— Por que não cuspiu nessa catarreira aí do lado?
— Porque isso é um troço de botar velas.
— Eu tomei uma garrafa inteira de vinho, acho melhor ir pra casa.
— Acho que você deveria ficar.
— Acho que se eu ficar, vou querer ver seus peitos.
— Agora não rola, tem criança aqui.
— Olha bem: é uma anã.
— Eu não gosto da minha bunda.
— Sua bunda é bonita, você é toda bonita, bonita normal, mas seus peitos são internacionais.
— Eu gostei da sua calça molinha, dá pra sentir exatamente como é o seu pau.
— Você não quer sentir ele na boca?
— Quero, assim que as crianças forem embora.
— Olha bem: é uma anã.
— Não é.
— Mas ela tá fumando.
— Meu Deus, é mesmo uma anã.
— Então chupa meu pau?
— Espera, vamos pra minha casa?
— Você vai me levar pra sua casa?
— Só se você prometer que não vai me matar.
— Eu prometo, até porque tô sem tempo hoje.
— Se você fizer assim eu não vou conseguir dirigir.
— Dirige assim, quero ver.
— Não posso bater o carro, eu vou vender o carro na quarta.
— Tá perto? Eu tô com muito tesão.
— Eu também. Mas eu tomo um remédio que mexe com a minha libido, tô achando estranho tanto tesão.
— Eu não tomo nada mas deveria porque eu não durmo.
— Dorme na minha casa.
— Você disse que odeia que durmam na sua casa.
— Mas eu gosto de você. Eu gostei do seu cheiro.
— Do meu cheiro ou do perfume?
— Não sei. Eu gostei de você porque você é meio ogro, meio doce, você é ogrodoce.
— Você está tão sensual agora.
— Só agora?
— Só.
— Mas estamos juntos desde as seis da tarde e só fiquei sensual agora?
— Só.
— Mas eu te fiz rir das seis da tarde até agora.
— Macaco de circo não é sensual, é divertido, é legal, mas não é sensual.
— Eu sempre achei que ser engraçada era meu ponto forte.
— Não é. (…). Você ficou mal com o que eu falei?
— Muito.
— Por quê?
— Porque sem fazer piada eu não sei fazer mais nada.
— Então chupa meu pau.
—Tenho nojo sem estar apaixonada.
— Então se apaixona.
— Tá.
— Chegamos?
— Sim.
— Legal aqui, pequeno mas legal.
— E se eu falar o mesmo de você?
— Vai voltar a fazer piada?
— Eu não consigo parar.
— Para só um pouco, só um pouco.
— Vou tentar.
— Se desarma, vai.
— Vou tentar.
— Posso ver agora?
— Pode.
— Posso tirar a calça?
— Pode. — Então tira a bota antes, botas são complicadas.
— Tiro.
— Você só me obedece?
— Só.
— Ah não, você tá fazendo graça!
— Tô.
— Não faz graça, se entrega, fazer graça é sua defesa, não se defende, eu tô bêbado, eu não tô me defendendo.
— Pra você é fácil.
— Por quê?
— Porque você é homem.
— Homem morre de medo de mulher como você.
— Como sou eu?
— O tempo todo analisando profundidades, dando notas de desempenho para almas.
— Notas?
— É, você é a Bruna Surfistinha da profundidade.
— Eu quero chupar seu pau.
— Não, antes eu quero ver uma coisa.
— Pode ver.
— Você tá com frio?
— Não, eu tô tremendo porque gosto tanto de você.
— Calma.
— Eu sei.
— Calma.
— Eu sei.
— Posso?
— Espera, deixa eu pegar a camisinha.
— Onde tem?
— Ali.
— Você é safada.
— Por que tenho camisinha perto da cama?
— Amanhã quando eu for embora seu porteiro vai rir e pensar “essa dona do 64 não perde tempo”.
— Eu sou uma vadia porque vou transar com você e acabei de te conhecer?
— Não!
— É?
— Não.
— Então não.
— Chupa mais um pouco antes de eu colocar. (…).
— Espera, devagar.
— Tá.
— Posso?
— Pode.
— Vira?
— Viro.
— Fica assim?
— Fico.
— O que foi?
— Doeu um pouco.
— Desculpa.
— Não.
— Não desculpa?
— Desculpo, mas não, não para.
— Eu posso gozar?
— Pode.
— E você?
— Eu vou bem, obrigada.
— Não faz piada agora, peloamor, eu tô quase gozando e você continua armada.
— Desculpa, mas me sinto sexy sendo engraçada.
— Você é muito sexy sendo engraçada.
— Você disse que não.
— Eu menti.
— Adoro essa música.
— O que é isso?
— Animal Collective.
— Não curto essas coisas estranhas, meio eletrônicas, meio sei lá.
— Você tem o melhor beijo do ano, o melhor sexo oral do ano, a mão quente, a boca quente, é tudo tão gostoso.
— Sério que você não vai falar do meu pau?
— Seu pau é lindo.
— Eu nunca imaginei que seria tão bom.
— Por quê?
— Porque você é metidinha intelectual, nhãnhãnhã.
— Posso lamber sua tatuagem?
— Posso te enforcar um pouco?
— Eu dou defeito.
— Toda mulher dá defeito, mas você parece ser o tipo louca que dá defeito rápido.
— Eu já tô dando defeito.
— Eu vou gozar.
— Goza!!!!!!!!!!
— Eu tô com vergonha.
— Por quê?
— Por causa do escândalo.
— Foi lindo, você parecia a Luisa Marilac falando “porra” e tomando uns bons drink na Eu-ro-pa.
— Eu pareço um traveco gozando?
— Desculpa, eu não consigo parar de fazer piada.
— Eu vou embora.
— Mais cinco, por favor?
— Trepadas?
— Não, minutos.
— Eu preciso ir.
— Por quê?
— Pra não ficar pra sempre.
— Fica pra sempre.
— Por quê?
— Porque aqui tem amor, dinheiro e tarja preta, você pode só descansar existindo, eu faço o resto todo.
— Tarja preta vicia.
— Dinheiro também.
— Você tá tirando onda de rica?
— Não, eu tô tirando onda de homem.
— Você é uma menininha.
— Perto de você eu consigo ser e você não sabe o prazer que isso me dá.
— Se sentir menina?
— Estar com um homem, eu só andei com moleques nos últimos anos.
— Eu sou velho?
— Você é bonito demais.
— Eu sou bonito porque você admira meu trabalho, eu não sou bonito tipo andando na rua.
— Você é bonito tipo andando na rua.
— Seus peitos são internacionais.
— Leva um e me deixa com o outro.
— Qual você quer me dar?
— O que tem o coração.
— Você vai pro Rio quando?
— Eu quero te ver de novo.
— Então, vai pro Rio.
— Eu tenho fobia do Rio.
— Eu também.
— Porque lá é tudo feliz mas eu me sinto sozinha.
— Exatamente.
— Quero tanto te ver.
— Dá próxima vez você é que vai pagar o vinho.
— Mas foi você que bebeu.
— Não interessa.
— Fala “não interessa” de novo.
— Não interessa.
— Adoro sua voz.
— E o que mais?
— E sua mão quente e seu beijo calminho e intenso e seu jeito de lamber antes a calcinha pra ver se tava cheirando bem.
— Tava cheirando ótimo.
— Mas eu trabalhei o dia inteiro.
— Mas tava ótimo.
— Cheiro ou combina ou não combina.
— É.
— É.
— Chama um táxi.
— Não.
— Eu ficaria mais se não tivesse que arrumar as malas.
— Não arruma, fica pelado pra sempre, você é tão bonito pelado.
— Vou jogar isso fora antes que caia tudo na sua cama.
— Deixa cair, engravida minha solidão.
— Que bonito isso, você deveria ser escritora.
— Que cínico você, deveria ser ator.
— Eu ficaria mais.
— Eu não gosto nunca de nada e gostei tanto de você.
— É?
— Droga.
— O quê?
— Eu falando de gostar.
— E daí?
— E daí que vai acontecer tudo de novo.
— O quê?
— Vou sentir demais, falar demais, escrever demais, você vai embora.
— Agora eu vou embora.
— E depois?
— Depois não sei.
— Tá.
— Eu ficaria, sério, eu ficaria muito, muito, muito.
— Eu sei.
— Mas agora eu vou.
— Então tira o dedo dai.
— Não consigo.
— Então não tira.
— Eu queria foder o dia inteiro com você.
— Eu queria foder a vida inteira com você.
— Você é exagerada.
— É só como dá pra ser.
— Chupa meu pau?
— Pra sempre.
Tati Bernardi. (via heartsuffix)

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Follow to the rabbit hole
Caí em meu patético período de desligamento. Sou educada. Balanço a cabeça. Finjo entender, porque não quero magoar ninguém. Este é o único ponto fraco que tem me levado à maioria das encrencas. Tentando ser boa, muitas vezes tenho a alma reduzida a uma pasta espiritual. E eles são broncos demais para perceber que não estou mais ali. C.B.